

“Em poucas palavras, eis, no entanto, toda a minha história. Milhares de séculos vão decorrer antes que as circunstâncias acumuladas sobre a minha cabeça escolham outro entre a multidão para reproduzir o mesmo espetáculo”. Napoleão Bonaparte
O espetáculo terminou cedo. As cortinas foram fechadas antes do grande finale com a saída repentina do público. A personificação do egocentrismo caiu no ego. Encontrou, na queda, a solidão cerceada e contingente. Tornou-se escravo de suas artimanhas.
A nostalgia transformou sua vontade em utopia. Utopia venenosa. Utopia patológica. Seus desejos bélicos eram de luta interior. O estado virou guerra. Guerra intelectual circunscrita na impotência. O intento era viver.
Encontrou a morte. Ela veio serena, interpretando o inconsciente moral. A foice, até então uma representação antagônica, ceifava a essência, mas carregava a eternização dos seus feitos. Era obstante.
As idéias revolucionárias e despóticas foram rendidas pelo último suspiro. A liderança foi destruída pela lei da vida. A falta de modéstia foi refutada posteriormente. Mas tudo foi como ele queria: uma boa parte da história.
Thalita Bento Talizin – 2ª série do Ensino Médio
Crônica sobre a Era Napoleônica – História (Prof. Rafael dos Santos Ferreira)
There used to be a general feeling that woman had to support a man during his entire life, as well as supporting their children. This is not false nowadays, but many things have changed over the past decades.
Women had to stay at home while their husbands were working. In today’s fast-moving world, the female human being is also required to study, work to make money and take care of her family.
Although these things demand time, woman knows how to organize her day to do all things she has to do. Woman is dynamic, determined. Her qualities encourage all people who live with her.
On the other hand, she knows how to use her emotional and rational feelings, which gives her confidence to her spouse or partner, who has rational thoughts most of the time. Men are often dependent on women and the reason is not just for reproduction or money. In fact, the real reason is that women make difference in our lives - and men know about that.
Thalita Bento Talizin – 2ª série do Ensino Médio
Artigo (essay) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher – Inglês (Profª. Fernanda C. C. Spagnuolo Brunello)
"Veja as fotos dos últimos momentos de Michael Jackson". "É você mesmo na foto? Quando vi, não acreditei". "Encontrei fotos suas na internet e acho que você precisa saber". Quem já recebeu as frases acima por e-mail, acompanhadas de links que prometem as revelações, deve concordar que a vontade de clicar para conferir é grande.
Nessa hora é preciso controlar a curiosidade para não cair em um golpe popular na internet batizado de phishing (ou phishing scam). Inspirado na palavra inglesa "fish", que significa pescar, o golpe tem como objetivo, principalmente, roubar dados cadastrais e financeiros de usuários que são fisgados por mensagens de e-mail que prometem revelações bombásticas ou cobram regularização de situação bancária ou cadastral.
"Na maioria das vezes, os golpistas virtuais enviam mensagens de e-mail com uma proposta atrativa ou ameaçadora motivando o usuário a clicar em um link malicioso que o redireciona para uma página pedindo seus dados ou simplesmente instalam programas espiões em sua máquina", explica André Carraretto, gerente de engenharia de sistemas da Symantec.
Além de roubo de dados, o phishing também pode transformar o seu computador em uma máquina zumbi, ou seja, ela pode ser usada por crackers para operações ilegais sem mesmo você saber. Recentemente, um ataque de phishing roubou a senha de mais de 20 mil contas de serviços de webmail incluindo Gmail, Hotmail, AOL e Yahoo.
E não são apenas os e-mails que são usados como armas pelos golpistas. Sites falsos, comunicadores instantâneos, como o MSN, redes sociais, como Facebook, Orkut e, recentemente, o Twitter também são plataformas usadas para enganar os usuários.
"Comunicadores instantâneos são bons lugares para disseminar links maliciosos já que muitas vezes você está conversando com um amigo e ele, sem saber que está infectado, passa uma URL que na verdade é um golpe. Dificilmente não clicamos", alerta José Matias, gerente de suporte técnico da McAfee para a América Latina.
Fonte: UOL Tecnologia